Raydium V4 vs. V5: qual protocolo é melhor para lançar seu Token
Raydium, uma plataforma popular de finanças descentralizadas (DeFi), lançou recentemente Raydium v4 e v5 para substituir suas versões anteriores, v2 e v3, respectivamente.
Este artigo analisa as diferenças entre Raydium Versão 4 e Versão 5 (antes v2 e v3) e mostra qual delas pode ser a melhor escolha para lançar seu token.
Raydium Versão 5: novos recursos e protocolos
Raydium Versão 5 apresenta uma nova interface de usuário (UI) e um novo protocolo padrão para liquidity pools, conhecido como CPMM.
É um avanço em relação ao antigo protocolo AMM (Automated Market Maker) usado na Versão 4. O novo protocolo foi criado para tornar a provisão de liquidez mais eficiente e mais barata, eliminando a necessidade de um mercado aberto.
Principais vantagens da Versão 5
A versão 5 da Raydium traz uma série de melhorias:
• Protocolo aprimorado: o protocolo CPMM na Versão 5 permite criar liquidity pools mais baratos e eficientes.
• Processo simplificado: criar um liquidity pool ficou mais simples, exigindo apenas o token base, o token de cotação e o preço de lançamento.
• Eficiência de custos: elimina a necessidade de parâmetros de mercado adicionais, reduzindo a complexidade e o custo de configurar um liquidity pool.
Desafios com Raydium Versão 5
Apesar dos recursos promissores, Raydium Versão 3 enfrenta alguns desafios que podem afetar sua adoção imediata:
• Problemas de indexação: A Versão 5 tem dificuldade para ser indexada corretamente em plataformas populares como DexScreener e BirdEye, o que reduz sua visibilidade para traders.
• Baixo volume de transações: O novo protocolo registra bem menos transações em comparação com a Versão 4, o que afeta sua liquidez e seu apelo.
• Atrasos no trading: Foram observados atrasos iniciais no trading, algo que pode atrapalhar as primeiras operações e a geração de volume.
Exemplo de estudo de caso
Criei um token com a ferramenta da Smithii para depois fazer seu lançamento na Raydium Versão 3, e esses problemas ficaram claros:

Um atraso no início do trading e uma atividade mínima de transações por causa da baixa visibilidade e da falta de indexação. Você pode ver isso no Birdeye.
Tive uma diferença de 40 minutos até conseguir iniciar o trading do meu token, o que não é algo comum de se ver.
Por que Raydium Versão 4 ainda pode ser a melhor opção
Dadas as limitações atuais da Versão 5, a Radium Versão 2 continua sendo uma opção mais confiável para quem quer atrair um volume relevante de trading e ganhar interesse do mercado:
• Mais volume e visibilidade: A Versão 4 suporta um volume maior de transações e uma integração melhor com bots de trading e indexadores.
• Estabilidade já comprovada: O protocolo AMM mais antigo já está bem estabelecido e ganhou a confiança da comunidade, garantindo um ambiente estável e previsível para lançamentos de tokens.
Criação de Liquidity Pools na Versão 4
Usando a Radium Versão 4, você pode criar um liquidity pool com opções avançadas para parâmetros de mercado, garantindo mais controle e personalização. Embora talvez não seja tão barata quanto a Versão 5, ela oferece um bom equilíbrio entre custo e presença no mercado.
Nossa ferramenta para criar Liquidity Pools suporta as duas versões da Radyum, e você pode escolher a melhor para o seu caso.
Conclusão
Raydium Versão 5 (antiga v3) tem potencial para transformar a provisão de liquidez em DeFi com seu novo protocolo CPMM e recursos mais rentáveis. Ainda assim, enquanto os problemas de indexação e visibilidade não forem resolvidos, Raydium Versão 4 continua sendo a opção mais segura e eficaz para lançar um token.
Por enquanto, usar a infraestrutura já consolidada da Versão 4 ajuda a buscar maior market cap e volume de trading, criando uma base mais forte para um lançamento bem-sucedido do seu token.
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